O grupo ATC G03AB05 é composto por medicamentos que contêm a combinação de desogestrel e etinilestradiol. Esses medicamentos são usados como contraceptivos orais, ou seja, para prevenir a gravidez.
No Brasil, esses medicamentos são bastante populares entre as mulheres em idade fértil. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2019 foram distribuídas mais de 10 milhões de unidades de contraceptivos orais combinados no país.
O desogestrel e o etinilestradiol são hormônios sintéticos que agem juntos para inibir a ovulação. Além disso, eles tornam o muco cervical mais espesso, dificultando a passagem dos espermatozoides para o útero.
Os contraceptivos orais combinados devem ser tomados diariamente, sempre no mesmo horário, durante 21 dias consecutivos. Depois disso, deve-se fazer uma pausa de sete dias antes de iniciar uma nova cartela.
É importante ressaltar que os contraceptivos orais combinados não protegem contra doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Por isso, é recomendado o uso de preservativos em conjunto com esses medicamentos.
Assim como qualquer outro medicamento, os contraceptivos orais combinados podem causar efeitos colaterais. Os mais comuns incluem náuseas, dor de cabeça e sensibilidade nos seios. Em casos raros, pode ocorrer trombose venosa profunda (TVP) ou embolia pulmonar (EP).
Por isso, é fundamental que as mulheres consultem um médico antes de iniciar o uso desses medicamentos. O profissional irá avaliar o histórico médico da paciente e indicar a melhor opção de contraceptivo oral combinado, levando em consideração fatores como idade, peso e histórico familiar de doenças cardiovasculares.
Além disso, é importante que as mulheres façam exames periódicos para monitorar a saúde enquanto estiverem usando contraceptivos orais combinados. Isso inclui exames de sangue para verificar os níveis de colesterol e triglicerídeos, além de avaliações ginecológicas regulares.
Em resumo, o grupo ATC G03AB05 é composto por medicamentos contraceptivos orais combinados que contêm desogestrel e etinilestradiol. Esses medicamentos são bastante populares no Brasil e devem ser prescritos por um médico após avaliação do histórico médico da paciente. É importante que as mulheres façam exames periódicos para monitorar a saúde enquanto estiverem usando esses medicamentos.